terça-feira, 27 de outubro de 2015

Buda Amida

Amitaba, Amitabha ou Amida (do sânscrito amitaabhaé um dos Cinco Budas da Meditação. É o buda principal da família de Lótus (em tibetano: Pema), da direção Oeste, de cor vermelha, que purifica o carma do desejo. O seu animal associado é o pavão e seu elemento, ofogo. Seu agregado é a percepção. Representa a sabedoria discriminativa dos budas. Sua sílaba sagrada em tibetano é hri. Sua consorte é Mamaqui, que representa a propriedade do que é sólido. Amitaba tem um especial comprometimento com a iluminação de todos os seres, sendo conhecido como o buda da transferência da consciência na hora da morte e da passagem pelo bardo, sendo objetivo dos que o cultuam alcançar a iluminação ou renascer na Terra Pura de Amitaba, onde se alcançaria a iluminação.
No Tibete, é conhecido por Od Pagme e, no Japão por Amida Niorai sendo o mantra do Buda Amida em japonês conhecido por nenbutsu, como contração de namo Amida Butsu. Acredita-se que a repetição do nenbutsu leva ao renascimento na Terra Pura de Amitaba. A devoção ao renascimento na Terra Pura de Amitaba originou, no Japão, o budismo terra pura. Para os japoneses, Amida governa a região da felicidade, do céu e personifica a inteligência da prédica e a caridade no amor. Impõe, para o gozo da bem-aventurança, cinco prescrições: não matar, não roubar, não se entregar à libertinagem, não mentir e não ingerir substâncias entorpecentes ou alucinógenas.
É representado ora com três cabeças e longas barbas, ora com uma cabeça de cão, montado em um cavalo de sete cabeças, ou ainda sentado, tendo as pernas cruzadas sobre um lótus. No budismo vajrayana, praticamente todas as divindades representadas na cor vermelha pertencem à família Lótus e, em geral, em sua iconografia, possuem uma pequena imagem do Buda Amitaba sobre suas cabeças, indicando serem uma emanação em relação a Amitaba.
Fonte: Wikipédia


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terça-feira, 20 de outubro de 2015

Sabedoria Budista

NÃO É MAIS RICO AQUELE QUE MAIS TEM, SENÃO AQUELE QUE MENOS NECESSITA.

Nosso desejo de ter sempre mais, tanto no plano material, como no emocional, é a principal fonte de todas as nossas preocupações e desesperanças. A máxima do budismo se baseia em aprender a viver com pouco e aceitar tudo aquilo que a vida nos dá no momento. Isso nos proporcionará uma vida mais equilibrada, reduzindo o estresse e muitas tensões internas. O fato de desejar mais coisas a todo o tempo indica somente falta de segurança, e mostra que nos sentimos sós e que precisamos preencher estes vazios. Sentirmo-nos a vontade com nós mesmos nos permite deixar para trás a necessidade de não ter que demonstrar nada.
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