quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

A Passagem dos anos.......o tempo.............as lembranças.......

Neste preciso momento, quando esta parte do planeta e outras, se preparam para comemorar a passagem de mais um ano, nós Terapeuta Sem Fronteiras, e nossas Equipes, bem como nossos Parceiros Físicos e Espirituais, inseparáveis, ainda que momentaneamente, exista uma aparente separação física, porém não Espiritual, também nos preparamos, através das Terapias vibracionais, porquanto temos raízes profundas iniciadas na hoje chamada Terapia Reiki, muitas vezes resgatadas após séculos de existência, pois uma vez iniciados, para sempre levaremos adiante conosco as egrégoras do Reiki, gravadas indelévelmente na Alma, pois bem, reunidos estamos  para o envio das energias benéficas a todos deste plano e dos demais planos, augurando melhoras significativas e profundas em todos os níveis da existência, agradecendo ao Criador a possibilidade de partilhar nosso caminho com pessoas especiais.......mais uma vez, grato.....filha querida,........... por tudo!!!!!!!!!.  Avante e muito sucesso.!!!!!!!!.
A. M.
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terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Votos de Feliz Ano novo a todos

Desejamos a todos, Parceiros, Clientes, Amigos, Equipes de Atendimento Social, um ano novo repleto de realizações e muita Saúde.
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segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Mais um Terapeuta sem Fronteira- Dr Bezerra de Menezes

Nome: Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti. 

Natural: Riacho do Sangue - CE 
Nascimento: 29 de agosto de 1831 
Falecimento: 11 de abril de 1900 
Profissão: Médico, Redator e político (vereador, prefeito, deputado e senador) 
Família: 1ª esposa - Maria Cândida de Lacerda (faleceu em 24 de março de 1863) com quem teve dois filhos; 2ª esposa - Cândida Augusta de Lacerda Machado com quem teve sete filhos.

Obras literárias: A casa assombrada; A loucura sob novo prisma; A Doutrina Espírita como filosofia teogônica (Uma carta de Bezerra de Menezes); Casamento e mortalha; Pérola Negra; Evangelho do Futuro. Também traduziu o livro Obras Póstumas de Allan Kardec.
Descendente de família antiga no Ceará ligada à política e ao militarismo, foi educado segundo padrões rígidos e princípios da religião católica. Aos sete anos de idade entrou para a escola pública da Vila Frade, aprendendo os primeiros passos da educação elementar. Em 1842 sua família muda-se para o Rio Grande do Norte, em conseqüência de perseguição política. Matriculou-se na aula pública de latinidade na antiga vila de Maioridade. Em dois anos preparou-se naquela língua de modo a substituir o professor.
Em 1846, a família novamente se muda para o Ceará, fixando residência na capital. Entrou para o Liceu, ali existente, e completou seus estudos preparatórios como o primeiro aluno do Liceu. No ano de 1851, o mesmo da morte de seu pai, mudou-se para o Rio de Janeiro, ingressando no ano seguinte, como praticante interno no Hospital da Santa Casa de Misericórdia. Para poder estudar, dava aulas de Filosofia e Matemáticas. Doutorou-se em 1856 pela Faculdade de Medicina, defendendo a tese: "Diagnóstico do cancro". Candidatou-se ao quadro de membros titulares da Academia Imperial de Medicina com a memória "Algumas considerações sobre o cancro, encarado pelo lado do seu tratamento", sendo empossado em 1º de junho de 1857. Em 1858 foi nomeado "cirurgião-tenente". Também sendo, no período de 1859-61, redator dos "Anais Brasilienses de Medicina" da Academia Imperial de Medicina. Casou-se com Maria Cândida de Lacerda, em 6 de novembro de 1858, que faleceu a 24 de março de 1863, deixando-lhe 2 filhos. Em 1861 inicia sua carreira política, foi eleito vereador da cidade do Rio de Janeiro, tendo que demitir-se do Corpo de Saúde do Exército. Na Câmara Municipal da Corte desenvolveu grande trabalho em favor do "Município Neutro", na defesa dos humildes e necessitados. Foi reeleito para o período de 1864-1868. Retornou à política no período de 1873 à 1881, ocupando várias vezes as funções de presidente interino da Câmara Municipal da Corte, efetivando-se em julho de 1878, cargo que corresponderia ao de prefeito nos dias atuais, nunca obtendo favores do governo para as suas candidaturas. Foi eleito deputado geral do Rio de Janeiro de 1867, no entanto a Câmara foi dissolvida no ano seguinte e o Dr. Bezerra só exerceria o papel de deputado no período de 1878 à 1885, sem jamais ter contra ele qualquer ato que desabonasse sua vida pública. Criou a Companhia de Estradas de Ferro Macaé a Campos, e construiu aquela ferrovia vencendo inúmeras dificuldades. Empenhou-se na construção da via férrea de Santo Antônio de Pádua, foi diretor da Companhia Arquitetônica e presidente da Carris Urbanos de São Cristóvão. Ao longo da vida acumulou inúmeros títulos de cidadania. Durante a campanha abolicionista com espírito prudente e ponderado escreveu "A escravidão no Brasil e as medidas que convém tomar para extinguí-la sem danos para a Nação". Expôs os problemas de sua terra, no estudo "Breves considerações sobre as secas do Norte". Escreveu ainda biografias sobre homens célebres. Foi redator de "A Reforma" órgão liberal na Corte, e redator do jornal "Sentinela da Liberdade", concluindo sua carreira política no ano 1885. Conheceu o Espiritismo no ano 1875, através de um exemplar de O Livro dos Espíritos, oferecido pelo seu tradutor, Dr. Joaquim Carlos Travassos. Lançado em 1883 o "Reformador", tornou-se seu colaborador escrevendo comentários judiciosos sobre o Catolicismo. No dia 16 de agosto de 1886, ante um auditório de pessoas da "melhor sociedade", proclamava solenemente a sua adesão ao Espiritismo, tendo inclusive direito à uma nota publicada pelo jornal "O Paiz" em tons elogiosos. Passou então a escrever livros que se tornariam célebres no meio espírita. Em 1889, como presidente da Federação Espírita Brasileira, iniciou o estudo metódico de "O Livro dos Espíritos". Traduziu o livro "Obras póstumas". Durante um período conturbado do movimento espírita manteve-se afastado do meio tendo hábito somente a freqüência ao Grupo Ismael no qual eram estudadas obras de Kardec e Roustaing, enquanto a FEB declinava por problemas financeiros. Foi convidado a assumir a presidência da FEB, cuja conseqüência foi a vinculação da Federação ao Grupo Ismael e a Assistência aos Necessitados. Nesta ocasião foi redator-chefe do Reformador. Defendeu o direitos e a liberdade dos espíritas contra certos artigos do Código Penal. Presidiu outras instituições espíritas e terminou esta existência no dia 11 de abril de 1900, recebendo na primeira página de "O Paiz" um longo necrológico, chamando-lhe de "eminente brasileiro", e honras da Câmara Municipal da Corte pela conduta e pelos serviços dignos.


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terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Votos de Feliz Natal

Nós...Terapeutas sem fronteira, desejamos aos Parceiros e Amigos, um feliz Natal, pleno de alegria e fé.............

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

As Origens da Cruz Vermelha

Do ponto de vista histórico, observamos que o desenvolvimento de tecnologias foi grande responsável por conquistas que facilitaram o cotidiano do homem. Em contrapartida, vemos que nesse mesmo processo de desenvolvimento tecnológico o homem também foi capaz de desenvolver armas com um poder de destruição cada vez maior. A partir do século XVIII, notamos que os exércitos e o conflito entre nações exterminavam milhares de indivíduos em um tempo cada vez menor. Por volta de 1858, a Itália foi alvo de vários conflitos que marcaram o processo de unificação daquele país. Na época, tropas italianas e francesas, lideradas por Napoleão III, se uniam com o objetivo de derrotar as forças austríacas que dominavam o reino de Piemonte. Nos fins de junho daquele mesmo ano, a Batalha de Solferino havia deixado um terrível saldo de cinco mil soldados mortos. Além disso, mais de quarenta mil feridos estavam abandonados à própria sorte. Em visita ao local, o comerciante e diplomata suíço Henry Dunant ficou estarrecido com o resultado desolador daquela sangrenta batalha. Buscando resolver o problema, ele mobilizou um grupo de voluntários incumbidos de ajudar as vítimas de ambos os lados do conflito. Ignorando a cegueira do espírito nacionalista, ele levantou recursos e esforços para salvar milhares de vidas que sofreram na guerra. Depois disso, esse problema continuou a perturbar Dunant. No ano de 1862, de volta à sua cidade natal, Genebra, Henry Dunant publicou a obra “Lembrança de Solferino”. Naquelas páginas ele narrou os horrores e as incríveis experiências de salvamento vividas na Itália. Além disso, também registrou a necessidade de se criar um grande comitê de voluntários que socorresse as pessoas feridas em guerra e a realização de um grande acordo internacional capaz de reconhecer a ação humanitária desses mesmos comitês. Em 1863, a divulgação do livro atraiu outras pessoas para a mesma causa. Naquele mesmo ano, outras importantes personalidades políticas da Suíça se uniram a Dunant e criaram o Comitê Internacional de Socorro a Feridos, composto inicialmente por apenas dezesseis países. Já na sua primeira convenção, os participantes entraram em acordo para a instituição do Comitê Internacional da Cruz Vermelha. O símbolo da cruz teria a função de destacar este “exército de salvação” dos exércitos em guerra. Com o passar do tempo, o desenvolvimento de outros grandes conflitos, incluindo aí as duas Guerras Mundiais, fez com que a Cruz Vermelha ganhasse um prestígio cada vez maior. Já no ano de 1901, Henry Dunant teve seu trabalho reconhecido ao receber o Prêmio Nobel da Paz. Não se limitando ao ocidente as funções exercidas pela Cruz Vermelha, deram origem ao Crescente Vermelho, uma variação islâmica da entidade. Além de ser reconhecida pelos serviços prestados voluntariamente, a Cruz Vermelha também foi um espaço de grande importância para se pensar os princípios éticos dos conflitos militares. Ao longo do século XX, diversas convenções internacionais discutiram e oficializaram convenções que tratavam a respeito do tratamento reservado aos civis e militares envolvidos em situação de guerra. Atualmente, cerca de 180 diferentes entidades representam ou trabalham em parceria com a Cruz Vermelha.
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quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Outra Terapeuta sem fronteiras nem barreiras: Nhá Chica

Ainda pequena Francisca de Paula de Jesus, que nasceu em Santo Antônio do Rio das Mortes, distrito de São João del-Rei (MG), chegou em Baependi (MG). Veio acompanhada por sua mãe e por seu irmão, Teotônio. Dentre os poucos pertences, trouxeram uma imagem de Nossa Senhora da Conceição. Em 1818, com apenas 10 anos de idade, a mãe de Nhá Chica faleceu deixando aos cuidados de Deus e da Virgem Maria as duas crianças, Francisca de Paula de Jesus, com 10 anos e seu irmão, com então 12 anos. Órfãos de mãe, sozinhos no mundo, Francisca de Paula e Teotônio, cresceram sob os cuidados e a proteção de Nossa Senhora, que pouco a pouco foi conquistando o coração de Nhá Chica. Esta, a chamava carinhosamente de "Minha Sinhá" que quer dizer: "Minha Senhora", e nada fazia sem primeiro consultá-la. Nhá Chica soube administrar muito bem e fazer prosperar a herança espiritual que recebera da mãe. Nunca se casou. Rejeitou com liberdade todas as propostas de casamento que lhes apareceram. Foi toda do Senhor. Se dava bem com os pobres, ricos e com os mais necessitados. Atendia a todos os que a procuravam, sem discriminar ninguém e, para todos tinha uma palavra de conforto, um conselho ou uma promessa de oração. Ainda muito jovem, era procurada para dar conselhos, fazer orações e dar sugestões para pessoas que lidavam com negócio. Muitos, não tomavam decisões sem primeiro consultá-la, e para tantas pessoas, ela era considerada uma "santa", todavia em resposta para quem quis saber quem ela, realmente, era, respondeu com tranquilidade: "... É porque eu rezo com fé". Sua fama de santidade foi se espalhando de tal modo que pessoas de muito longe começaram a visitar Baependi para conhecê-la, conversar com ela, falar-lhe de suas dores e necessidades e, sobretudo para pedir-lhe orações. A todos, atendia com a mesma paciência e dedicação, mas nas sextas feiras, não atendia a ninguém. Era o dia em que lavava as próprias roupas e se dedicava mais à oração e à penitência. Isso porque sexta-feira é o dia que se recorda a Paixão e a Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo para a salvação de todos nós. Às Três horas da tarde, intensificava suas orações e mantinha uma particular veneração à Virgem da Conceição, com a qual tratava familiarmente como a uma amiga. Nhá Chica era analfabeta, pois não aprendeu a ler nem escrever, desejava somente ler as Escrituras Sagradas, mas alguém as lia para ela, e a fazia feliz. Compôs uma Novena à Nossa Senhora da Conceição e em Sua honra, construiu, ao lado de sua casa, uma Igrejinha, onde venerava uma pequena Imagem de Nossa Senhora da Conceição que era de sua mãe e, diante da qual, rezava piedosamente para todos aqueles que a ela se recomendavam. Essa Imagem, ainda hoje, se encontra na sala da casinha onde ela viveu, sobre o Altar da antiga Capela. Em 1954, a Igreja de Nhá Chica foi confiada à Congregação das Irmãs Franciscanas do Senhor. Desde então teve início bem ao lado da Igreja, uma obra de assistência social para crianças necessitadas que vem sendo mantida por benfeitores devotos de Nhá Chica. Hoje a Associação Beneficente Nhá Chica (ABNC) acolhe mais de 150 crianças entre meninas e meninos. A "Igrejinha de Nhá Chica", depois de ter passado por algumas reformas, é hoje o "Santuário Nossa Senhora da Conceição" que acolhe peregrinos de todo o Brasil e de diversas partes do mundo. Muitos fiéis que visitam o lugar, pedem graças e oram com fé. Tantos voltam para agradecer e registram suas graças recebidas. Atualmente, no "Registro de graças do Santuário", podem-se ler aproximadamente 20.000 graças alcançadas por intercessão de Nhá Chica. Nhá Chica morreu no dia 14 de junho de 1895, estando com 87 anos de idade, mas foi sepultada somente no dia 18, no interior da Capela por ela construída. As pessoas que ali estiveram sentiram exalar-se de seu corpo um misterioso perfume de rosas durante os quatro dias de seu velório. Tal perfume foi novamente sentido no dia 18 de junho de 1998, 103 anos depois, por Autoridades Eclesiásticas e por membros do Tribunal Eclesiástico pela Causa de Beatificação de Nhá Chica e, também, pelos pedreiros, por ocasião da exumação do seu corpo. Os restos Mortais da Venerável se encontram hoje no mesmo lugar, no interior do Santuário Nossa Senhora da Conceição em Baependi, protegidos por uma Urna de acrílico colocada no interior de uma outra de granito, onde são venerados pelos fiéis.
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segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Outra Terapeuta sem fronteira: Madre Assumpta Marcheti


Madre Assunta Marchetti nasceu em Lombrici de Camaiore, Itália, no dia 15 de agosto de 1871. Desde jovem, anelava a uma vida de total dedicação e doação a Deus. Não obstante isso, as tarefas domésticas, a doença da mãe e a morte prematura do pai impediram-na de realizar imediatamente suas aspirações. 

Em 1895, aceitou o pedido do irmão, Padre José Marchetti, para segui-lo em sua missão no Brasil, para cuidar dos órfãos dos emigrantes italianos. Seguiu sua vocação e, junto com a mãe e outras duas jovens, foi apresentada a Dom Scalabrini, constituindo as "Servas dos Órfãos e Abandonados". Era o dia 25 de outubro de 1895. Para a Madre Assunta, Jesus estava presente nos pobres, nos órfãos, nos doentes, nos migrantes. Ficou feliz de ser chamada "à honra do apostolado", ao serviço da caridade entre os mais abandonados. Dedicou sua juventude aos pequeninos, tornando-se mãe daqueles que se tinham tornado órfãos; desejava, em seu coração, concluir seus dias terrenos em companhia de seus prediletos, os pequenos órfãos. As Irmãs Missionárias Scalabrinianas consideram-na uma marco e um modelo de incansável missionariedade e corajosa dedicação no serviço da caridade. Uma ferida grave na perna, provocada durante a visita a um doente, causou-lhe longos anos de sofrimento. Morreu, no Orfanato de São Paulo, Brasil, em 1 de julho de 1948. O processo diocesano para a beatificação de Madre Assunta Marchetti foi concluído em 25 de outubro de 1991, em São Paulo. Atualmente, continua em Roma, junto à Congregação para as Causas dos Santos. São incontáveis as graças testemunhadas, recebidas pela sua intercessão. Está em andamento o processo diocesano de um suposto milagre atribuído à sua intercessão.
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terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Terapeuta sem fronteira- Padre Pio

Herdeiro espiritual de São Francisco de Assis, o Padre Pio de Pietrelcina foi o primeiro sacerdote a ter impresso sobre o seu corpo os estigmas da crucifixão. Ele é conhecido em todo mundo como o "Frei" estigmatizado. O Padre Pio, a quem Deus deu dons particulares e carismas, se empenhou com todas as suas forças pela salvação das almas. Os muito testemunhos sobre a grande santidade do Frei, chegam até os nossos dias, acompanhados de sentimentos de gratidão. Suas intercessões providencias junto a Deus foram para muitos homens causa de cura do corpo e motivo de renovação do espírito. O Padre Pio de Pietrelcina que se chamava Francesco Forgione, nasceu na Pietrelcina, num pequeno povoado da Província de Benevento, em 25 de maio de 1887. Pertencia a  uma família humilde tendo como  pai Grazio Forgione e a mãe Maria Giuseppa  Di Nunzio tinham outros filhos. Desde muito menino Francesco experimentou em si o desejo de consagrar-se totalmente a Deus e este desejo o distinguia de seus coetâneos. Tal "diferença" foi observada por seus parentes e amigos.  Narra a mamãe Peppa: "Não cometeu nunca nenhuma falta,  não tinha caprichos, sempre obedeceu a mim e a seu pai, a cada manhã e a cada tarde ia à igreja visitar a Jesus e a Virgem. Durante o dia não saia nunca com os seus companheiros. Às vezes eu dizia: - "Francì vá um pouco a brincar". Ele se negava dizendo: - "Não quero ir porque eles blasfemam". Do diário do Padre Agostinho de San Marco em Lamis, o qual foi um dos diretores espirituais do Padre Pio, soube que o Padre Pio, desde 1892 quando tinha apenas cinco anos, viveu já suas primeiras experiências místicas espirituais. Os Extases e as aparições foram freqüentes, mas  para o menino pareciam ser absolutamente normais.
Com o passar do tempo, realizou-se para Francesco o que foi o seu maior sonho: consagrar totalmente a sua vida a Deus. Em 6 de janeiro de 1903, aos dezesseis anos, entrou como clérigo na ordem dos Capuchinhos. Foi ordenado sacerdote na Catedral de Benevento, a 10 de agosto de 1910. Teve assim início sua vida sacerdotal que por causa de suas condições precárias de saúde, se passou primeiro em muitos conventos da província de Benevento. Esteve em vários conventos por motivo de saúde, assim, a partir de 4 setembro de 1916 chegou ao convento de San Giovanni Rotondo, sobre o Gargano, onde ficou até 23 de setembro de 1968, dia de seu pranteado falecimento. Nesse longo tempo o Padre Pio iniciava seus dias despertando-se a noite, muito antes da aurora, se dedicava a oração e com grande fervor aproveitando a solidão e silêncio da noite. Visitava diariamente por longas horas a Jesus Sacramentado, preparando-se à Santa Missa, e daí sempre tirou as forças necessárias, para seu grande trabalho com as almas, levando-as até Deus no Sacramento da Confissão. Atendia confissão por longas horas, até 14 horas diárias, e assim salvou muitas almas. Um dos acontecimentos que marcou intensamente a vida do Padre Pio foi que se verificou na manhã do 20 de setembro de 1918, quando, rezando diante do Crucifixo do coro da velha e pequena igreja, o Padre Pio recebeu o maravilhoso presente dos estigmas. Os estigmas ou as feridas foram visíveis e ficaram abertas, frescas e sangrentas, por meio século. Este fenômeno extraordinário tornou a chamar, sobre o Padre Pio a atenção dos médicos, dos estudiosos, dos jornalistas, enfim sobre toda a gente comum que, no período de muitas décadas foram a San Giovanni Rotondo para encontrar o santo frade.
Numa carta ao Padre Benedetto, datada de 22 de outubro de 1918, o Padre Pio narra a sua "crucifixão": O que posso dizer aos que me perguntam como é que aconteceu a minha crucifixão? Meu Deus! Que confusão e que humilhação eu tenho o dever de manifestar o que Tu tendes feito nessa mesquinha criatura!". Foi na manhã do 20 do mês passado ( setembro ) no coro, depois da celebração da Santa Missa, quando fui surpreendido pelo descanso do espírito, pareceu um doce sonho. Todos os sentidos interiores e exteriores, além das mesmas faculdades da alma, se encontraram numa quietude indescritível. Em tudo isso houve um silêncio em torno de mim e dentro de mim; senti em seguida uma grande paz e um abandono na completa privação de tudo e uma disposição na mesma rotina. Tudo aconteceu num instante. E enquanto isso se passava, eu vi na minha frente um misterioso personagem parecido com aquele que tinha visto na tarde de 5 de agosto. Este era diferente do primeiro, porque tinha as mãos, o pés e o peito emanando sangue. A visão me aterrorizava, o que senti naquele instante em mim não sabia dizê-lo. Senti-me desfalecer e morreria, se Deus não tivesse intervindo, sustentando o meu coração, o qual sentia saltar-me do peito. A visão do personagem desapareceu e dei-me conta de que minhas mãos, pés e peito foram feridos e jorravam sangue. Imaginais o suplício que experimentei então e que estou experimentando continuamente todos os dias. A ferida do coração, continuamente, sangra. Começa na quinta feira pela tarde até sábado. Meu pai, eu morro de dor pelo suplício e confusão que experimento no mais íntimo da alma. Temo morrer en sangue, se Deus não ouvir os gemidos do meu pobre coração, e ter piedade de retirar de mim está situação..."
Durante anos, de todas as partes do mundo, os fiéis foram a este sacerdote estigmatizado, para conseguir a sua potente intercessão junto a Deus. Cinqüenta anos passados na oração, na humildade, no sofrimento e no sacrifício, de onde para atuar seu amor, o Padre Pio realizou duas iniciativas em duas direções: uma vertical até Deus com a fundação dos "Grupos de ruego", hoje chamados "grupos de oração"e outra horizontal até os irmãos, com a construção de um moderno hospital: "Casa Alívio do Sofrimento". Em setembro os 1.968 milhares de devotos e filhos espirituais do Padre Pio se reuniram em um congresso em San Giovanni Rotondo para comemorar o 50 aniversário dos estigmas e celebrar o quarto congresso internacional dos Grupos de Oração. Ninguém imaginou que às 2h30 da madrugada do dia 23 de setembro de 1968, seria o doloroso final da vida do Padre Pio de Pietrelcina. Deste maravilhoso frei, escolhido por Deus para derramar a sua Divina Misericórdia de uma maneira especial.
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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Terapeutas do passado: Sun Simiao (581-682 DC)

Sun Simiao é um dos físicos mais influentes da história da Medicina Chinesa, e foi distinguido por aplicar a medicina no código ético. O seu interesse em medicina surgiu devido à sua fragilidade de saúde (ele foi o seu primeiro paciente). Os seus conhecimentos em medicina, Budismo, Confucionismo e Taoismo fizeram com que fosse procurado pelos Imperadores, mas ele preferiu continuar a servir o povo. Ele acreditava que a melhor maneira de curar um paciente era prevenindo a doença. Os seus trabalhos mais conhecidos são Qianjin Yaofang (Prescription Worth a Thousand Gold for Emergencies or Precious Prescriptions for Emergencies) e Qjianjin Yifang (A Supplement to the Essential Prescriptions Worth a Thousand Gold or Supplement toPrecious Prescriptions) Após ter tratado 600 casos de lepra foi considerado o primeiro perito na matéria. Ele achava que a vida podia ser prolongada com medidas como exercícios de respiração (Qi Gong) exercício físico regular e massagem terapêutica. .
Nota: Outros avanços feitos pelo Sun Simiao foram nas áreas de acupunctura, moxibustão e farmácia. Ele achava que a moxibustão deveria ser realizada antes da acupunctura e teve sucesso em determinar pontos essenciais de acupunctura. Também combinou a acupunctura com terapia com plantas. Foi-lhe dado o nome de “Rei da farmacologia” ou “Rei das Prescrições” porque era um especialista em preparações com plantas medicinais
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quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Terapeutas do Passado Bian Que (557-479 aC)

Zhou Oriental
Foi desenvolvido um sistema médico organizado durante este período.
De acordo com o livro Rites of Chou, que gravou as cerimonias ou sistemas desse tempo, o período Zhou Oriental tinha um sistema médico organizado no qual oficiais da corte do imperador eram treinados em várias especialidades de medicina. Por exemplo, Jivi eram Terapeutas Médicos  que curavam as doenças internas, Yangyi eram físicos que curavam as doenças externas, tais como feridas, problemas de pele, ossos partidos e outros problemas traumáticos e Shivi eram físicos que lidavam com problemas de dieta. Os primeiros veterinários chineses também apareceram durante este tempo.
Período de Primavera e Outono

Bian Que
Neste período, (557-479 aC),  um número de Terapeutas Médicos contribuíram para uma grande parte do conhecimento da MTC. Um físico notável foi o Bian Que. As suas habilidades eram baseadas fundamentalmente em 4 procedimentos de exame da Medicina Chinesa. Ele observava a língua do seu paciente, orelha, face, olhos, boca e garganta, ouvia a fala dos seus pacientes, a tosse, ou outras vibrações corporais, anotava a história completa do problema do paciente e por fim sentia o pulso do paciente. Bian Que também achava que a doença era causada pelo desequilíbrio do Yin e Yang. Usando estas técnicas Bian Que era um perito em muitos campos da medicina, incluindo ginecologia, pediatria, oftalmologia, psiquiatria e otorrinolaringologia.
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terça-feira, 18 de novembro de 2014

Phillipe de Lyon outro Terapeuta sem fronteira

                           
Nizier Anthelme Philippe nascido 25 de abril 1849 em uma Aldeia Loisieux , distrito de Chambéry , no Reino da Sardenha , que será anexada à França em 1860. O mais velho de cinco filhos, seus pais Joseph Philip, agricultores Yeoman, e Maria Vachod  . Segundo a lenda, Philippe tinha curado e aliviado em uma idade precoce, de acordo com seu próprio testemunho,  a um repórter em 1905, ele fez sua primeira cura com a idade de treze anos. Depois de sua primeira comunhão maio 1862 , seus pais o enviaram para trabalhar em o l'Arbresle como boy tripe . Poucos meses depois, ele se tornou um açougueiro aprendiz com um tio materno para o Croix-Rousse colina em Lyon . La ele cura um ferimento sério. Sua reputação como curandeiro em  Lyon vai se espalhar rapidamente. O dinheiro que ganha, que lhe permite se matricular na instituição de Sainte-Barbe, dirigida pelo Padre Chevalier e obtem um certificado de gramática. Em 1870 , durante a guerra entre a França e a Prússia, Philippe alivia os pacientes no distrito Perrache de Lyon . Durante o mesmo período, ele teria curado o jovem Jean Chapas , 7 anos e uma vítima de meningite , que tornou-se seu discípulo em 1883 . Em 6 de outubro de 1877 , casou-se com Jeanne Julie Landar, uma ex-paciente e filha de um rico industrial de Lyon . Dessa união, nasceram em 11 nov 1878 Philippe Jeanne Victoire. Um segundo filho, Albert nasceu em 11 de fevereiro 1881 , mas morreu com apenas alguns meses . Em 1884 , ele obteve um grau de correspondência de Doutor em Medicina na Universidade Americana de Cincinnati , em Ohio. Sua tese centra-se no princípio de higiene a ser aplicado durante a gravidez, o parto e a duração de camadas e usa o pseudônimo de Philippe l'Arbresle. médico e ocultista francês Papus Philippe considera como seu mestre espiritual. Desde 1883 , Philippe Nizier abriu um consultório em sua mansão na 35 rue d'cabeça para Lyon . Todos os dias, ele teria se importado para as almas e os corpos de dezenas de pessoas vieram pedir alívio e cura . Ricos e pobres se beneficiaram dos seus serviços há mais de 20 anos. Philippe tem o mesmo comportamento com todos. Essa é uma tarefa difícil e le dispende todo o esforço mesmo. De 1882 a 1888, Philip está envolvido na vida social da cidade do l'Arbresle onde casa da família de sua esposa. Ele era um vereador, vice-prefeito. Ele foi nomeado chefe dos bombeiros da cidade, uma vez que mantém bem que não é re-eleito. A imprensa da época publicar artigos críticos . Uma de suas admiradoras, Mathilde Encausse, lhe  apresenta seu marido, Papus , pseudônimo de Gerard Encausse, médico e ocultista. Os dois homens se tornaram amigos e Papus, o considera como seu mestre espiritual. Em 1894 , que os seus discípulos o chamam de Mestre Philippe, Jean Chapas teria se apresentado na reunião e anunciou que seria seu sucessor na cura . Chapas tornou-se seu assistente no serviço de pacientes . A previsão teria concretizado no ano seguinte,  quando John Chapas desenvou habilidades de cura . Papus, que é vice-diretor da escola prática de magnetismo e massagem,  Paris fundado e dirigido por Hector Durville , oferece direção Nizier Philippe de uma filial em Lyon. É criada em março de 1895, . com aulas no domingo em sua mansão. Em 1896 , Papus apresenta seu médico discípulo Marc Haven, mais conhecido pelo nome de Marc Haven, para chegar a Lyon, Philippe participar. Impressionado com o curador, Marc Haven casar com sua filha Victoire em  02 setembro 1897 . Nesse mesmo ano, Philip e seu filho criaram um laboratório em Lyon rue du Boeuf, onde eles desenvolveram várias drogas . Em 1899 , Philippe teria salvo uma segunda vez a vida de John Chapas, vítima de febre tifóide.                           
No iníício de 1900, Philippe Nizier foi para a Rússia para assessorar o czar Nicolau II da Rússia e da Família Imperial. A reputação de Philip chega as princesas Anastasia e Princesa Milica de Montenegro que o pedem para atender o casal imperial russa durante a sua visita oficial à França, em 1901 , o czar Nicolau II da Rússia e sua esposa Alexandra Fyodorovna tão desesperada por não ter herdeiro. Philip deu uma impressão favorável é convidado duas vezes para ficar na Rússia. Seu status é de respeitado curador. O Czar lhe concedeu o título de Doutor em Medicina, da Academia Imperial de Medicina Militar de São Petersburgo , com a patente de general em 1901 e o cobre de  presentes . Sua influência sobre os Romanov permanece um mistério. Depois de ser vilipendiado pela Igreja e polícia russa, Philippe voltou para a França . O governo francês não o reconhece mais como um médico. A imprensa publica artigos críticos da polícia e que agem sobre ele uma maior vigilância. 25 de agosto de 1904  Victory Jeanne, filha de Philip morreu de repente, ela está enterrada no cemitério Loyasse de Lyon, perto da Basílica de Fourvière . Seu pai não se conforma com  seu desaparecimento - "a morte dele tem  crucificado vivo" - e por sua vez, morreu em 02 de agosto de 1905. Sua generosidade era proverbial, e muitos dos pobres choram sua partida. Seu corpo foi enterrado em Loyasse ao lado de sua filha. 

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segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Credo do Samurai, antigo Guerreiro, adotado também pelo Terapeuta sem Fronteira, em memória dos Samurais, que além de Guerreiros, eram também poetas......

Credo do Samurai
Autor desconhecido
Eu não tenho pais, faço do céu e da terra meus pais.
Eu não tenho casa, faço do mundo minha casa.
Eu não tenho poder divino, faço da honestidade meu poder divino.
Eu não tenho pretensões, faço da minha disciplina minha pretensão.
Eu não tenho poderes mágicos, faço da personalidade meus poderes mágicos.
Eu não tenho vida ou morte, faço das duas uma, tenho vida e morte.
Eu não tenho visão, faço da luz do trovão a minha visão.
Eu não tenho audição, faço da sensibilidade meus ouvidos.
Eu não tenho língua, faço da prontidão minha língua.
Eu não tenho leis, faço da auto-defesa minha lei.
Eu não tenho estratégia, faço do direito de ........

e do direito de salvar vidas minha estratégia.
Eu não tenho projetos, faço do apego às oportunidades meus projetos.
Eu não tenho princípios, faço da adaptação a todas as circunstâncias meu princípio.
Eu não tenho táticas, faço da escassez e da abundância minha tática.

Eu não tenho talentos, faço da minha imaginação meus talentos.
Eu não tenho amigos, faço da minha mente minha única amiga.
Eu não tenho inimigos, faço do descuido meu inimigo.
Eu não tenho armadura, faço da benevolência minha armadura.
Eu não tenho castelo, faço do caráter meu castelo. 
Eu não tenho espada, faço da perseverança minha espada.
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domingo, 16 de novembro de 2014

Curas Milagrosas

Para a medicina, a saúde caracteriza-se pelo equilíbrio de todas as funções do individuo e de suas relações com o meio-ambiente, resultando um estado de bem-estar físico, mental e social onde a harmonia é mantida pelo tripé formado pelos sistemas imunológico, endócrino e cérebro-espinhal, que agem de forma integrada, adequando as respostas adaptativas do organismo aos estímulos externos. Sendo cada célula do nosso corpo uma pequena bateria biológica, a interface entre a mente (consciente e subconsciente) e o corpo, seria principalmente pelo cérebro que atuaria como um transformador entre frequências vibratórias de diferentes magnitudes.
A mente subconsciente é o repositório da memória racial, social, religiosa e também dos desejos, dos prazeres e dos padrões a que estamos sujeitos do nascimento (e talvez desde a vida intrauterina) até a idade da razão, quando começa então a participação da mente consciente que é a mente que, com base nas informações recebidas do meio exterior pelos órgãos dos sentidos, raciocina, julga, decide e imagina. E o cérebro compara com o passado, analisa a perspectiva do futuro e transforma pensamentos e emoções em neurotransmissores que atuam nos órgãos-alvo, modulando a frequência das vibrações energéticas. Porém, se houver conflito entre a mente subconsciente e a mente consciente, não haverá integração entre o que desejamos e o que foi programado no nosso comportamento, resultando uma desarmonia no padrão energético do organismo. Desarmonia que pode se manifestar como infelicidade, estresse ou doença.
Com a desarmonia manifestando-se, por exemplo, como um câncer, uma cura imediata poderia acontecer assim que fosse restabelecido o padrão normal de vibração dos elementos da matéria, com a reversão das células doentes em células sãs. A esse respeito é interessante o registro de que lá pelo ano de 1300, na Itália, a Peregrino Laziosi foi diagnosticado câncer na perna, que por isso, deveria ser amputada. Preocupado e com muito medo, na véspera da cirurgia ele rezou com fervor a noite toda e adormecendo sonhou que Jesus descia da cruz e, tocando-lhe a perna, o curava. No dia seguinte, para surpresa dos médicos, quando foram retirados os curativos, não havia mais nenhuma lesão na perna. Portanto, do mesmo modo como uma alteração orgânica pode se originar a partir da mente, a mente também pode restaurar a frequência vibratória normal das células, com o consequente restabelecimento "milagroso" da saúde. E não são poucas as evidências científicas de que o pensamento pode modificar a matéria e de que os mecanismos mentais são importantes na cura das doenças. Tese esta defendida por muitos estudiosos, entre os quais, Bernie Siegel, Franz Alexander, William Osler, Tilden Everson, Warren Cole, Edward Bach, Celso Charuri, Masaru Emoto e Patrick Drouot.
Na direção de uma cura milagrosa, parece promissor, então, utilizar a mente consciente na programação da mente subconsciente através de repetidas ordens e visualizações feitas com emoção, fervor e em estado ampliado de consciência. E as curas milagrosas dependeriam de terceiros na medida em que fosse mais fácil depositar a fé em alguém ou em alguma coisa fora de nós do que em nós mesmos. Porém, enquanto os esforços, a fé e o fervor não forem merecedores da cura energética ou vibracional a partir do corpo mental, deve-se buscar tratamento terapêutico para uma intervenção direta no corpo físico. 
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sábado, 15 de novembro de 2014

Mais um Terapeuta sem Fronteiras!!!!

Os Dons de Frei Galvão
Por causa do imenso amor e caridade de seu Servo, Deus o agraciou com diversos dons, dos quais jamais serviu-se em interesse próprio, ao contrário, sempre os colocou a serviço da misericórdia divina. Todos os casos narrados foram devidamente comprovados por documentos.
         São eles:
Bilocação(estar em mais de um lugar ao mesmo tempo), telepatia(transmissão ou comunicação de pensamento e sensações, a distância entre duas ou mais pessoas), premonição (sensação ou advertência antecipada do que vai acontecer), clarividência (vê o que está para acontecer),levitação(erguer-se acima do solo) e telepercepção (adquirir conhecimento de fatos ocorridos a grandes distâncias). Relatamos a seguir alguns casos. Àqueles que se interessarem por mais detalhes da vida de nosso querido “padre santo” devem procurar na Editora Santuário o livro “Frei Galvão: O frade menor que São Paulo aprisionou”, de autoria de Frei Carmelo Surian:
Bilocação: Pelo que consta, o fato ocorreu por volta de 1810, às margens do rio Tietê, no distrito de Potunduva (Airosa Galvao), municipio de Jaú, próximo à Pederneiras e Bauru. Manuel Portes, capataz de uma expedição de vinha de Cuiabá, homem de temperamento instável, castigou severamente o caboclo Apolinário por indisciplina. Ao notar o capataz distraído, o caboclo, por vingança, o atacou pelas costas com um enorme facão, e fugiu. Sentindo que a vida abandonava-lhe o corpo, Manuel Portes, no auge de desespero pôs-se a gritar: “Meu Deus, eu morro sem confissão! Senhor Santo Antônio, pedi por mim! Dai-me confessor!  Vinde, Frei Galvão, assistir-me! Eis que então alguém gritou, avisando que um frade se aproximava, e todos identificaram Frei Galvão.Assim contaram as testemunhas: “aproximou-se o querido sacerdote, afastou com um gesto dos espectadores da trágica cena, abaixou-se, sentou-se, pôs a cabeça de Portes sobre o colo e falou-lhe em voz baixa, encostando-lhe depois o ouvido aos lábios. Ficou assim alguns instantes, findo os quais abençoou o expirante. Levantou-se, então, fez um gesto de adeus e afastou-se de modo tão misterioso quanto aparecera”. Afirma-se que naquele instante Frei Galvão encontrava-se em São Paulo, pregando. Interrompeu-se, pediu uma Ave-Maria por um morimbundo e, acabada a oração, prosseguiu a pregação.Há outros casos semelhantes, principalmente relatos de socorro de Frei Galvão aos moribundos.
Telepatia: Em uma cidade Frei Galvão era conduzido em uma cadeirinha coberta. Uma senhora, através de sua janela de rótulas (madeiras cruzadas), vê a cadeirinha, em que sabe, está o “santo frade”. E ela, sucumbida pelas amarguras da vida, soluçando, pensa consigo: “Ah, se Frei Galvão se lembrasse de mim, se ao menos me desse sua benção”. No mesmo instante Frei Galvão levanta as cortinas da cadeirinha, debruça-se para fora, em direção daquela janela, e sorridente, abençoa a senhora, atrás das rótulas. E os que presenciaram o fato, afirmaram que o franciscano não tinha a menor possibilidade de ver aquela senhora, porque era conduzido pelo lado oposto da rua.
Premonição: Em todas as vilas e cidades por onde passava, a pedido dos párocos, Frei Galvão pregava. Por vezes era tão numeroso o auditório que, não o contendo dentro da igreja, era preciso pregar ao ar livre. Em Guaratinguetá ocorreu um fato extraordinário: o sermão havia começado, quando se forma uma grande tempestade; a chuva desaba, e quando viram que ela chegava ao largo, onde se encontravam, quiseram se retirar. Frei Galvão, porém, lhes disse que fiquem,  pois nada sofrerão. De fato, a chuva não caiu sobre o Largo.
Outra narração impressionante: O seguinte testemunho foi do Dr. Afonso d’Escragnole Taunay: “Um cavaleiro que passava alta madrugada por São Paulo viu Frei Galvão sentado à soleira de entrada de uma casa. Ofereceu-lhe o cavalo, propondo-se a acompanha-lo até o Recolhimento, fazendo-se ver que ele se arriscava a adoecer, imobilizado, como estava, sob tão áspera temperatura e sob garoa. Frei Galvão agradeceu a oferta, porém não aceitou, argumentando que precisava demorar-se aonde estava, tendo para tanto motivos fortes. O cavaleiro não insistiu e seguiu viagem. Dela voltando, soube do fato que impressionara muito a cidade, e fê-lo estremecer: na manhã seguinte ao encontro com Frei foi achado morto em sua própria casa, um homem rico que vivia solitário, avarento e agiota. Era exatamente o morador do prédio em cuja soleira estava “Frei Galvão”.
Clarividência: Uma menina foi levada à presença de Frei Galvão. No decorrer da conversa, perguntou à ela sobre o que desejava ser. Respondeu que queria ser freira. Frei Antonio a abençoou com carinho e profeticamente lhe confirma a vocação. De fato, aos 19 anos ela ingressa em um Convento.
Levitação: No Mosteiro da Luz há viários testemunhos sobre a capacidade de Frei Galvão tinha de levitar. Dentre eles, há o relato de uma senhora nos seguintes têrmos: caminhando em plena rua, pôde observar o Frade que se aproximava todo recolhido. Ao se cruzarem, ela exclamou, espantada: “Senhor Padre, vossemecê anda sem pisar no chão?” E o Frei sorriu, saudou e seguiu diante.
Telepercepção:  Antigamente, quando os sinos badalavam fora de horário de reza, a comunidade se reunia pois sabia que algo de extraordinário acontecera. Certo dia, os sinos do Mosteiro tocaram e a população atendeu a convocação. Frei Galvão, então já bem idoso, anunciou: “Rebentou em Portugal uma revolução” (talvez a de 1820). E relatou detalhes como se estivesse assistindo a tudo pessoalmente. Semanas depois, chegaram notícias confirmando as visões de Frei Galvão.
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sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Mais uma Terapeuta sem Fronteira Ana Néri

A primeira escola oficial de enfermagem de alto padrão no Brasil, fundada por Carlos Chagas em 1923, recebeu em 1926 o nome de "Ana Néri", em homenagem à primeira enfermeira brasileira, que serviu como voluntária na guerra do Paraguai. Ana Justina Ferreira Néri nasceu na vila de Cachoeira de Paraguaçu-BA, em 13 de Dezembro de 1814.
Viúva do capitão-de-fragata Isidoro Antônio Néri, viu seus filhos, o cadete Pedro Antônio Néri e os médicos Isidora Antônio Néri Filho e Justiniano de Castro Rebelo; seus irmãos Manuel Jerônimo Ferreira e Joaquim Maurício Ferreira, ambos oficiais do exército, serem convocados para a Guerra do Paraguai.
Ana Néri escreveu então ao presidente da província uma carta em que oferecia seus serviços como enfermeira enquanto durasse o conflito.
Partiu da Bahia, de onde nunca saíra, em 1865, para auxiliar o corpo de saúde do Exército, que era pequeno e contava com pouco material. Começou seu trabalho no hospital de Corrientes, onde havia, nessa época, cerca de seis mil soldados internados e algumas poucas freiras vicentinas. Mais tarde, assistiu os feridos em Salto, Humaitá, Curupaiti e Assunção.
Mulher de posses, com seus recursos montou na capital conquistada, na própria casa onde morava, uma enfermaria limpa e modelar. Ali trabalhou, abnegadamente, até o fim da guerra, na qual perdeu seu filho Justiniano e um sobrinho, que se alistara como voluntário da pátria.
De volta ao Brasil, em 1870, Ana Néri recebeu várias homenagens: foi condecorada com as medalhas de prata humanitária e da campanha e recebeu do imperador uma pensão vitalícia, com a qual educou quatro órfãos que recolhera no Paraguai. Seu retrato de corpo inteiro, obra de Vítor Meireles, figura em lugar de honra no paço municipal de Salvador. Ana Néri morreu no Rio de Janeiro-RJ, no dia 20 de Maio de 1880.
Contatos: terapeutasemfronteira@gmail.com

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Madre Teresa de Calcutá, reconhecimento planetário de abnegação e amor ao próximo

Madre Teresa de Calcutá (1910-1997) foi uma missionária católica albanesa. Dedicou toda sua vida aos pobres. Logo cedo descobriu sua vocação religiosa. Com dezoito anos entrou para a Casa das Irmãs de Nossa Senhora do Loreto. Preparou-se para o noviciado. Foi para Calcutá, ensinar geografia no Colégio das Irmãs. A miséria material e espiritual de tanta gente tocava o seu coração. Criou a Congregação Missionárias da Caridade. Em 1965 a Santa Sé aprovou a Congregação. Em 1979 recebeu o Prêmio Nobel da Paz. Madre Teresa foi Beatificada pela igreja católica em 2003.
Madre Teresa de Calcutá (1910-1997) nasceu no dia 26 de agosto na Albânia. Filha de Nicolau e de Rosa. Foi educada numa escola pública da atual Croácia. Ingressou na Congregação Mariana, onde foi aperfeiçoando a formação cristã, ao mesmo tempo que tomava conhecimento da vida da Igreja. A miséria material e espiritual de tanta gente tocava o seu coração. Com o consentimento dos pais, entrou no dia 29 de Setembro de 1928 para a Casa das Irmãs de Nossa Senhora de Loreto, em Dublin, Irlanda. O seu sonho era a Índia, onde faria um trabalho missionário com os pobres. Com a orientação das irmãs, preparou-se para o noviciado . Em 24 de maio de 1931, fez votos de pobreza, castidade e obediência, recebendo o nome de Teresa.
Da Irlanda, partiu para Índia. Foi enviada para Darjeeling, local onde as Irmãs de Loreto possuíam um colégio. De Darjeeling a Irmã Teresa foi para Calcutá. Tendo frequentado uma carreira docente, passa a ensinar Geografia no Colégio de Santa Maria, da Congregação de Nossa Senhora do Loreto, em Calcutá. Mais tarde foi nomeada Diretora. Irmã Teresa gostava de ensinar, sempre dedicada e atenta a todos os problemas. Havia muito humanismo em suas atitudes, impressionava-se com o que via quando saia à rua. A pobreza, o abandono dos doentes e famintos, espalhados pela rua, tocava seu coração.
O grande desejo de se dedicar exclusivamente aos pobres e doentes a levou ao arcebispo Mons. Fernando Périer a quem expôs o seu plano. Ele a ouviu atentamente, mas negou o pedido. A Irmã Teresa voltou a sua lida diária, que cumpria cada vez com maior dedicação e entusiasmo. O carinho das alunas demonstrado de tantas maneiras e a amizade das companheiras não lhe fizeram esquecer a imagem horrorosa dos doentes e dos famintos que morriam pelas ruas de Calcutá. Um ano depois, foi ter novamente com o arcebispo. Mons. Périer escutou, mais uma vez, as razões da Madre Teresa. A sua simplicidade, fervor e persistência convenceram-no de que estava perante uma manifestação da vontade de Deus. Por isso, desta vez mais afável, aconselhou a Teresa pedir autorização à Madre Superiora.
A Irmã Teresa escreveu prontamente uma carta expondo o seu plano. A Superiora viu nessas linhas a expressão da vontade de Deus. O que aquela religiosa pedia era algo de muito valor. Respondeu-lhe nestes termos: "Se essa é a vontade de Deus, autorizo-te de todo o coração. De qualquer maneira, lembra-te sempre da amizade que todas nós te consagramos. Se algum dia, por qualquer razão, quiseres voltar para o meio de nós, fica sabendo que te receberemos com amor de irmãs."
Mons. Périer pediu autorização à Roma para a Irmã Teresa deixar as Irmãs de Loreto, para viver fora do claustro, tendo Deus como único protetor e guia, no meio dos mais pobres de Calcutá. A resposta de Pio XII chegou no dia 12 de Abril de 1948. Nela se concedia a desejada autorização sublinhando-se que, embora deixando a congregação de Nossa Senhora de Loreto, a Irmã Teresa continuava religiosa sob a obediência do arcebispo de Calcutá. Só em 08 de Agosto de 1948 ela deixou o colégio de Santa Maria.
Madre Teresa dirigiu-se para Patna, para fazer um breve curso de enfermagem que julgava de imensa utilidade para a sua atividade futura. Em 21 de dezembro obtém a nacionalidade indiana. Data que reunia um grupo de cinco crianças, num bairro pobre, quem começou a dar aula. Pouco a pouco, o grupo foi aumentando. Dez dias depois eram cerca de cinquenta crianças. Tendo abandonado o hábito da Congregação de Loreto, a Irmã Teresa comprou um sari branco, debruado de azul e colocou-lhe no ombro uma pequena cruz. Seria o seus novo hábito, o vestido de uma modesta mulher indiana. Com afeto, a irmã dava lições de higiene, muitas vezes iniciava a aula lavando o rosto dos alunos. Depois ia de abrigo em abrigo levando, mais que donativos, palavras amigas e as mãos sempre prestáveis para qualquer trabalho.
Em 19 de março de 1949, as vocações começaram a surgir entre as suas antigas alunas. A primeira foi Shubashini. Filha de uma rica família, disposta a colocar sua vida ao serviço dos pobres. Irmã Teresa aconselhava "Minha filha, pensa melhor, reza mais, daqui a algum tempo, vem ter novamente comigo". Era quase o mesmo conselho que Mons. Périer lhe tinha dado, tempos atrás. A jovem foi, prensou, rezou e no dia 19 de Março de 1949, dia de São José, era aceita na nova Congregação. Outras voluntárias foram se juntando ao trabalho missionário. Mais tarde chamadas de "Missionárias da Caridade".
A partir de 1949, começou a se formar uma pequena comunidade. Escolas foram abertas, enquanto continuaram as visitas aos bairros pobres. As vocações afluíam e a casa tornou-se muito pequena. O primeiro trabalho com os doentes e moribundos recolhidos na rua era lavar-lhes o rosto e o corpo. Ainda em 1949, a constituição das Missionárias da Caridade, começou a ser redigida.
A Congregação de Madre Teresa, foi aprovada pela Santa Sé em 7 de outubro de 1950. Em agosto de 1952, abre o lar infantil Sishi Bavan (Casa da Esperança) e inaugura o seu famoso "Lar para Moribundos", em Kalighat, ao qual dedica as suas melhores energias físicas e espirituais. A partir dessa data, a sua Congregação começa a expandir-se pela Índia e por várias partes do mundo. Na Índia, principia por Ranchi e continua depois por Nova Delhi e Bombaim, onde foi recebida pelo papa Paulo VI em 1964. A obra de Madre Teresa cresceu rapidamente.
Madre Teresa recebeu duas grandes salas de um edifício contíguo ao Templo da Deusa Kali, denominado "Casa do Peregrino" porque servia de dormitório aos peregrinos. Ela passou a chamar o local de Casa do Moribundo. Os sacerdotes, frequentadores do templo, não aceitaram a entrega de uma dependência sagrada a uma mulher católica, para eles era uma profanação. Observando o trabalho da irmã, mudaram seus pensamentos.
Na catedral do Santíssimo Rosário, em abril de 1953, as primeiras Missionárias da Caridade fizeram os seu votos religiosos. A ordem é aprovada pela Santa Sé e no dia 1 de fevereiro de 1965, com a aprovação pontifícia, estende-se por toda a Índia. No dia 26 de Julho de 1965 a aberta a primeira casa na América Latina, na Venezuela, na arquidiocese de Barquisimeto. Em 1967, abre uma casa no coração da cristandade, em Roma, por desejo expresso de Paulo VI. Mais tarde, João Paulo II lhe presenteia com uma casa dentro do próprio Vaticano. A partir de 22 de agosto de 1968, a Congregação estende-se por outras regiões: Ceilão, Itália, Austrália, Bangladesh, Ilhas Maurícias, Peru e Canadá. Em 8 de Dezembro de 1970, as Missionárias da Caridade abrem a sua primeira casa em Londres.
Em 1973, abre uma casa em Gaza, na Palestina, para atender os refugiados. Celebra a primeira Assembléia Internacional dos Colaboradores das Missionárias da Caridade, instituição cujo estatuto havia sido aprovado em 1969 e que reúne milhares de pessoas de todo o mundo. Em 15 de junho de 1976, precisamente em Nova York, funda o ramo contemplativo das Missionárias da Caridade. E em dezembro de 1976, inaugura centros de assistência no México e Guatemala.
Madre Teresa recebe o Prêmio Nobel da Paz, em outubro de 1979 e
nesse mesmo ano, João Paulo II recebe a Madre, em audiência privada e a nomeia "embaixadora" do Papa em todas as nações. Muitas universidades lhe conferiram o título "Honoris Causa". E em 1980, recebe a ordem "Distinguished Public Service Award" nos EUA. Anos mais tarde, será recebida por Mikhail Gorbachov e abrirá uma casa na Rússia. E no mesmo estava presente em Cuba. Em 1983, estando em Roma, sofre o primeiro grave ataque do coração. Tinha 73 anos.
Em setembro de 1985, é reeleita Superiora das Missionárias da Caridade. Nesse mesmo ano, recebe do Presidente Reagan, na Casa Branca, a Medalha Presidencial da Liberdade, a mais alta condecoração do país. Em agosto de 1987, vai à União Soviética e é condecorada com a Medalha de ouro do Comitê soviético da Paz. Pouco depois, visita a China e a Coréia. Em agosto de 1989, realiza um dos seus sonhos, abrir uma casa na sua Albânia, sua terra natal. Em setembro de 1989, sofre o seu segundo ataque do coração e recebe um marcapasso. Em 1990, pede ao Papa para ser substituída no seu cargo, mas volta a ser reeleita por mais seis anos, até 1996.
Madre Teresa de Calcutá morre no dia 05 de setembro de 1997, depois de sofrer uma parada cardíaca. Uma fila interminável formou-se durante dias, diante da igreja de São Tomé, em Calcutá, onde o seu corpo estava sendo velado. Ao fim de uma semana, com milhares de pessoas ainda querendo dar o último adeus, o corpo da Madre foi transladado ao Estádio Netaji, onde o cardeal Ângelo Sodano, Secretário de Estado do Vaticano, celebrou a Missa de corpo presente. O mesmo veículo que, em 1948, transportara o corpo do Mahatma Gandhi foi utilizado para realizar o cortejo fúnebre da Mãe dos pobres.
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