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sexta-feira, 27 de novembro de 2015
HPB Helena Petrovna Blavatsky e a Teosofia
HPB acompanhada dos hoje conhecidos "Mestres Ascencionados" da "Grande Fraternidade Branca"; Saint Germain, Kuthumi e Morya. Por diversas vezes em sua vida sofreu acusações de seu trabalho e sua mediunidade serem uma "fraude", foi chamada de impostora e acusada de ser uma "Espiã russa" entre os ingleses e todos esses ataques prejudicaram consideravelmente sua saúde durante praticamente todo o resto de sua vida. Também publicou os Livros " Chave da Teosofia", "A Voz do Silêncio" e "O Livro de Ouro do Governo", esse último traduzido pelo também médium, poeta e escritor, Fernando Pessoa. Apesar de todas as polêmicas com a figura de Helena, Segundo o crítico britânico Willian Emmet Coleman, para poder escrever "Ísis sem Véu" seria necessário ter lido mais de 1400 obras raras e totalmente diferentes, o que seria impossível devido ao tempo em que Blawatsky ficou viajando e a limitada quantidade de livros que levava consigo nessas viagens. A Explicação dela é que os Livros por ela escritos, foram feitos graças a ajuda dos mestres ascencionados ou Mahatmas, que por vezes transferiram ao corpo de Helena suas consciências de Luz, outras vezes recebia todas as mensagens em sonhos e essas se materializavam no papel. Alguns severos críticos a acusaram de "racismo" quando em uma de suas obras, afirmou que, alguns grupos étnicos, como por exemplo os aborígenes, eram oriundos de uma raça inferior, uma vez que os identificava como um cruzamento Atlante-Lemuriano. Sobre os Semitas Judeus, particulamente os do povo árabe, acusou de serem raças "espiritualmente degeneradas". Dizia que os idiomas Árabe e Hebreu haviam se tornado materialistas e foram desenvolvidos com o objetivo de se "ocultar" as coisas, diferentemente do sânscrito que expressa facilmente a essência das coisas e de onde derivam. HPB morreu em londres no ano de 1891 e as cinzas de seu corpo cremado foram guardadas parte em Europa e outra parte em Estados Unidos.
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
Tratamento para Erisipela, através da acupuntura
A sangria é uma das técnicas da
Acupuntura menos difundidas no Ocidente. A aplicação das agulhas filiformes é,
sem dúvida, a principal técnica da Acupuntura, sendo muitas vezes considerada a
própria Acupuntura. Mas essa milenar medicina não se limita às agulhas finas e
longas aplicadas nos pontos. Existem muitas outras ferramentas, cada uma com
sua própria abrangência de efeitos e indicações (e até mesmo
contra-indicações), como a moxabustão, em suas variadas formas de aplicação, as
agulhas intra-dérmicas, como as Hinanshin japonesas, e as técnicas de sangria,
entre outras.
A sangria se constitue na
retirada de sangue de determinado ponto do corpo do paciente. Normalmente são
utilizadas agulhas especiais para esse fim, como as de ponta triangular,
conhecidas como lancetas de sangria, mas é possível se fazer sangria até mesmo
com as agulhas filiformes comuns, mediante a aplicação com a técnica
apropriada. É aplicada a sangria em praticamente qualquer região do corpo, mas
é mais comum a sua aplicação nas costas, cabeça, face e membros.
Devido a retirada do sangue os
pacientes normalmente tem algum grau de rejeição a essa técnica. Mas cabe ao
Acupunturista explicar como a técnica será executada, a quantidade de sangue
que será extraída, que normalmente se resumem à algumas gotas e que a sangria é
praticamente indolor.
Um dos tratamentos clássicos com a utilização de sangria é para a erisipela. Pela visão da medicina alopática, a erisipela é uma infecção da pele causada geralmente pela bactéria Streptococcus pyogenes grupo A, mas também pode ser causada por outros estreptococos ou até por estafilococos. No período de incubação, que é de um a oito dias, aparece mal-estar, desânimo, dor de cabeça, náusea e vômitos, seguidos de febre alta e aparecimento de manchas vermelhas com aspecto de casca de laranja, bolhas pequenas ou grandes, quase sempre nas pernas e, às vezes, na face, tronco ou braços. As manchas na pele no início apresentam somente aumento de temperatura, mas logo se tornam bastante dolorosas. A febre costuma permanecer de um a quatro dias e pode regredir espontaneamente, causando uma enorme prostração.
Essa patologia não possui cura por tratamentos pela medicina alopática. Para Medicina Chinesa esse quadro se constitui por um Excesso devido a uma estagnação de Sangue (Xue) sob a pele gerando Calor.
Um dos tratamentos clássicos com a utilização de sangria é para a erisipela. Pela visão da medicina alopática, a erisipela é uma infecção da pele causada geralmente pela bactéria Streptococcus pyogenes grupo A, mas também pode ser causada por outros estreptococos ou até por estafilococos. No período de incubação, que é de um a oito dias, aparece mal-estar, desânimo, dor de cabeça, náusea e vômitos, seguidos de febre alta e aparecimento de manchas vermelhas com aspecto de casca de laranja, bolhas pequenas ou grandes, quase sempre nas pernas e, às vezes, na face, tronco ou braços. As manchas na pele no início apresentam somente aumento de temperatura, mas logo se tornam bastante dolorosas. A febre costuma permanecer de um a quatro dias e pode regredir espontaneamente, causando uma enorme prostração.
Essa patologia não possui cura por tratamentos pela medicina alopática. Para Medicina Chinesa esse quadro se constitui por um Excesso devido a uma estagnação de Sangue (Xue) sob a pele gerando Calor.
O princípio de tratamento
consiste em retirar o Calor do Sangue (Xue) e promover a sua circulação. Para
isso a melhor técnica é a sangria realizada nos pontos BP1, BP10 e nos pontos
locais na região afetada. Deve-se fazer sangria sobre os pontos mais arroxeados
e escuros. Em cada ponto retira-se aproximadamante seis gotas de sangue.
Havendo muitos pontos e a região permitindo, pode-se aplicar ventosa nos pontos
de sangria.
Se possível essa aplicação deve
ser feita duas vezes por semana, mas temos ótimos resultados com sessões
semanais. No mínimo devem ser realizadas dez aplicações.
Através desse tratamento o
paciente pode chegar a curar-se completamente da erisipela.
Informações: terapeutasemfronteira@gmail.com
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