Os Dons de Frei
Galvão
Por causa do imenso
amor e caridade de seu Servo, Deus o agraciou com diversos dons, dos quais
jamais serviu-se em interesse próprio, ao contrário, sempre os colocou a
serviço da misericórdia divina. Todos os casos narrados foram devidamente
comprovados por documentos.
São eles:
Bilocação(estar em mais de um
lugar ao mesmo tempo), telepatia(transmissão ou comunicação de
pensamento e sensações, a distância entre duas ou mais pessoas), premonição (sensação ou advertência antecipada do
que vai acontecer), clarividência (vê o que está para acontecer),levitação(erguer-se acima do solo) e telepercepção (adquirir conhecimento de fatos
ocorridos a grandes distâncias). Relatamos a seguir alguns casos. Àqueles que
se interessarem por mais detalhes da vida de nosso querido “padre santo” devem
procurar na Editora Santuário o livro “Frei Galvão: O frade menor que São Paulo
aprisionou”, de autoria de Frei Carmelo Surian:
Bilocação: Pelo que consta, o
fato ocorreu por volta de 1810, às margens do rio Tietê, no distrito de
Potunduva (Airosa Galvao), municipio de
Jaú, próximo à Pederneiras e Bauru. Manuel Portes, capataz de uma expedição de
vinha de Cuiabá, homem de temperamento instável, castigou severamente o caboclo
Apolinário por indisciplina. Ao notar o capataz distraído, o caboclo, por
vingança, o atacou pelas costas com um enorme facão, e fugiu. Sentindo
que a vida abandonava-lhe o corpo, Manuel Portes, no auge de desespero pôs-se a
gritar: “Meu Deus, eu morro sem confissão! Senhor Santo Antônio, pedi por mim!
Dai-me confessor! Vinde, Frei Galvão,
assistir-me! Eis que então alguém gritou, avisando que um frade se aproximava,
e todos identificaram Frei Galvão.Assim contaram as testemunhas: “aproximou-se
o querido sacerdote, afastou com um gesto dos espectadores da trágica cena,
abaixou-se, sentou-se, pôs a cabeça de Portes sobre o colo e falou-lhe em voz
baixa, encostando-lhe depois o ouvido aos lábios. Ficou assim alguns instantes,
findo os quais abençoou o expirante. Levantou-se, então, fez um gesto de adeus
e afastou-se de modo tão misterioso quanto aparecera”. Afirma-se que naquele
instante Frei Galvão encontrava-se em São Paulo, pregando. Interrompeu-se,
pediu uma Ave-Maria por um morimbundo e, acabada a oração, prosseguiu a
pregação.Há outros casos semelhantes, principalmente relatos de socorro de Frei
Galvão aos moribundos.
Telepatia: Em uma cidade Frei Galvão era
conduzido em uma cadeirinha coberta. Uma senhora, através de sua janela de
rótulas (madeiras cruzadas), vê a cadeirinha, em que sabe, está o “santo
frade”. E ela, sucumbida pelas amarguras da vida, soluçando, pensa consigo:
“Ah, se Frei Galvão se lembrasse de mim, se ao menos me desse sua benção”. No
mesmo instante Frei Galvão levanta as cortinas da cadeirinha, debruça-se para
fora, em direção daquela janela, e sorridente, abençoa a senhora, atrás das
rótulas. E os que presenciaram o fato, afirmaram que o franciscano não tinha a
menor possibilidade de ver aquela senhora, porque era conduzido pelo lado
oposto da rua.
Premonição: Em todas as vilas e
cidades por onde passava, a pedido dos párocos, Frei Galvão pregava. Por vezes
era tão numeroso o auditório que, não o contendo dentro da igreja, era preciso
pregar ao ar livre. Em Guaratinguetá ocorreu um fato extraordinário: o sermão
havia começado, quando se forma uma grande tempestade; a chuva desaba, e quando
viram que ela chegava ao largo, onde se encontravam, quiseram se retirar. Frei
Galvão, porém, lhes disse que fiquem, pois nada sofrerão. De fato, a chuva não caiu
sobre o Largo.
Outra narração impressionante: O seguinte testemunho
foi do Dr. Afonso d’Escragnole Taunay: “Um cavaleiro que passava alta madrugada
por São Paulo viu Frei Galvão sentado à soleira de entrada de uma casa.
Ofereceu-lhe o cavalo, propondo-se a acompanha-lo até o Recolhimento,
fazendo-se ver que ele se arriscava a adoecer, imobilizado, como estava, sob
tão áspera temperatura e sob garoa. Frei Galvão agradeceu a oferta, porém não
aceitou, argumentando que precisava demorar-se aonde estava, tendo para tanto
motivos fortes. O cavaleiro não insistiu e seguiu viagem. Dela voltando, soube
do fato que impressionara muito a cidade, e fê-lo estremecer: na manhã seguinte
ao encontro com Frei foi achado morto em sua própria casa, um homem rico que
vivia solitário, avarento e agiota. Era exatamente o morador do prédio em cuja
soleira estava “Frei Galvão”.
Clarividência: Uma menina foi levada à presença de Frei
Galvão. No decorrer da conversa, perguntou à ela sobre o que desejava ser.
Respondeu que queria ser freira. Frei Antonio a abençoou com carinho e
profeticamente lhe confirma a vocação. De fato, aos 19 anos ela ingressa em um
Convento.
Levitação: No Mosteiro da Luz há viários
testemunhos sobre a capacidade de Frei Galvão tinha de levitar. Dentre eles, há
o relato de uma senhora nos seguintes têrmos: caminhando em plena rua, pôde
observar o Frade que se aproximava todo recolhido. Ao se cruzarem, ela
exclamou, espantada: “Senhor Padre, vossemecê anda sem pisar no chão?” E o Frei
sorriu, saudou e seguiu diante.
Telepercepção: Antigamente,
quando os sinos badalavam fora de horário de reza, a comunidade se reunia pois
sabia que algo de extraordinário acontecera. Certo dia, os sinos do Mosteiro tocaram
e a população atendeu a convocação. Frei Galvão, então já bem idoso, anunciou:
“Rebentou em Portugal uma revolução” (talvez a de 1820). E relatou detalhes
como se estivesse assistindo a tudo pessoalmente. Semanas depois, chegaram
notícias confirmando as visões de Frei Galvão.
Informações: terapeutasemfronteira@gmail.com
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