Para a medicina, a saúde
caracteriza-se pelo equilíbrio de todas as funções do individuo e de suas
relações com o meio-ambiente, resultando um estado de bem-estar físico, mental
e social onde a harmonia é mantida pelo tripé formado pelos sistemas imunológico,
endócrino e cérebro-espinhal, que agem de forma integrada, adequando as
respostas adaptativas do organismo aos estímulos externos. Sendo cada célula do
nosso corpo uma pequena bateria biológica, a interface entre a mente
(consciente e subconsciente) e o corpo, seria principalmente pelo cérebro que
atuaria como um transformador entre frequências vibratórias de diferentes
magnitudes.
A mente subconsciente é o repositório da memória racial, social, religiosa e também dos desejos, dos prazeres e dos padrões a que estamos sujeitos do nascimento (e talvez desde a vida intrauterina) até a idade da razão, quando começa então a participação da mente consciente que é a mente que, com base nas informações recebidas do meio exterior pelos órgãos dos sentidos, raciocina, julga, decide e imagina. E o cérebro compara com o passado, analisa a perspectiva do futuro e transforma pensamentos e emoções em neurotransmissores que atuam nos órgãos-alvo, modulando a frequência das vibrações energéticas. Porém, se houver conflito entre a mente subconsciente e a mente consciente, não haverá integração entre o que desejamos e o que foi programado no nosso comportamento, resultando uma desarmonia no padrão energético do organismo. Desarmonia que pode se manifestar como infelicidade, estresse ou doença.
Com a desarmonia manifestando-se, por exemplo, como um câncer, uma cura imediata poderia acontecer assim que fosse restabelecido o padrão normal de vibração dos elementos da matéria, com a reversão das células doentes em células sãs. A esse respeito é interessante o registro de que lá pelo ano de 1300, na Itália, a Peregrino Laziosi foi diagnosticado câncer na perna, que por isso, deveria ser amputada. Preocupado e com muito medo, na véspera da cirurgia ele rezou com fervor a noite toda e adormecendo sonhou que Jesus descia da cruz e, tocando-lhe a perna, o curava. No dia seguinte, para surpresa dos médicos, quando foram retirados os curativos, não havia mais nenhuma lesão na perna. Portanto, do mesmo modo como uma alteração orgânica pode se originar a partir da mente, a mente também pode restaurar a frequência vibratória normal das células, com o consequente restabelecimento "milagroso" da saúde. E não são poucas as evidências científicas de que o pensamento pode modificar a matéria e de que os mecanismos mentais são importantes na cura das doenças. Tese esta defendida por muitos estudiosos, entre os quais, Bernie Siegel, Franz Alexander, William Osler, Tilden Everson, Warren Cole, Edward Bach, Celso Charuri, Masaru Emoto e Patrick Drouot.
Na direção de uma cura milagrosa, parece promissor, então, utilizar a mente consciente na programação da mente subconsciente através de repetidas ordens e visualizações feitas com emoção, fervor e em estado ampliado de consciência. E as curas milagrosas dependeriam de terceiros na medida em que fosse mais fácil depositar a fé em alguém ou em alguma coisa fora de nós do que em nós mesmos. Porém, enquanto os esforços, a fé e o fervor não forem merecedores da cura energética ou vibracional a partir do corpo mental, deve-se buscar tratamento terapêutico para uma intervenção direta no corpo físico.
A mente subconsciente é o repositório da memória racial, social, religiosa e também dos desejos, dos prazeres e dos padrões a que estamos sujeitos do nascimento (e talvez desde a vida intrauterina) até a idade da razão, quando começa então a participação da mente consciente que é a mente que, com base nas informações recebidas do meio exterior pelos órgãos dos sentidos, raciocina, julga, decide e imagina. E o cérebro compara com o passado, analisa a perspectiva do futuro e transforma pensamentos e emoções em neurotransmissores que atuam nos órgãos-alvo, modulando a frequência das vibrações energéticas. Porém, se houver conflito entre a mente subconsciente e a mente consciente, não haverá integração entre o que desejamos e o que foi programado no nosso comportamento, resultando uma desarmonia no padrão energético do organismo. Desarmonia que pode se manifestar como infelicidade, estresse ou doença.
Com a desarmonia manifestando-se, por exemplo, como um câncer, uma cura imediata poderia acontecer assim que fosse restabelecido o padrão normal de vibração dos elementos da matéria, com a reversão das células doentes em células sãs. A esse respeito é interessante o registro de que lá pelo ano de 1300, na Itália, a Peregrino Laziosi foi diagnosticado câncer na perna, que por isso, deveria ser amputada. Preocupado e com muito medo, na véspera da cirurgia ele rezou com fervor a noite toda e adormecendo sonhou que Jesus descia da cruz e, tocando-lhe a perna, o curava. No dia seguinte, para surpresa dos médicos, quando foram retirados os curativos, não havia mais nenhuma lesão na perna. Portanto, do mesmo modo como uma alteração orgânica pode se originar a partir da mente, a mente também pode restaurar a frequência vibratória normal das células, com o consequente restabelecimento "milagroso" da saúde. E não são poucas as evidências científicas de que o pensamento pode modificar a matéria e de que os mecanismos mentais são importantes na cura das doenças. Tese esta defendida por muitos estudiosos, entre os quais, Bernie Siegel, Franz Alexander, William Osler, Tilden Everson, Warren Cole, Edward Bach, Celso Charuri, Masaru Emoto e Patrick Drouot.
Na direção de uma cura milagrosa, parece promissor, então, utilizar a mente consciente na programação da mente subconsciente através de repetidas ordens e visualizações feitas com emoção, fervor e em estado ampliado de consciência. E as curas milagrosas dependeriam de terceiros na medida em que fosse mais fácil depositar a fé em alguém ou em alguma coisa fora de nós do que em nós mesmos. Porém, enquanto os esforços, a fé e o fervor não forem merecedores da cura energética ou vibracional a partir do corpo mental, deve-se buscar tratamento terapêutico para uma intervenção direta no corpo físico.
Contatos: terapeutasemfronteira@gmail.com
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